Minha formação em Teologia me treinou para ler o que não é dito: intenção, narrativa, etimologia, propósito. O Marketing me ensinou a transformar essa essência em posicionamento, percepção e valor.
Mas antes da Teologia e antes do Marketing, eu comecei num pequeno jornal no centro de São Bernardo do Campo, em 1996. Numa época em que ninguém sabia o que era designer gráfico — a gente fazia paste-up, colava letra por letra, e aprendia na prática que identidade não é enfeite: é sobrevivência.
Foram mais de 100 empresas, 28 anos aprendendo que cada negócio tem uma essência — e que meu trabalho é entrevistar, ouvir e captar essa essência antes de desenhar qualquer traço.
As IAs de hoje aprenderam comigo e com meus companheiros que começaram no papel. Mas tem uma coisa que elas nunca vão aprender: olhar nos olhos de um empreendedor e enxergar a alma do negócio dele.